12 Novembro 2009

Collagens


 
 
Acrílico s/tela
120cm/ 140cm
collagem
 
Ju gioli

07 Novembro 2009

Abstratos


 
 
acrílico s/tela
JU Gioli

Rendas


05 Novembro 2009

Focus




Queridos amigos,  ontem foi a primeira visita do meu neto Eduardo em minha casa,
fato registrado pela vovó mais coruja do mundo.
Um dos motivos de ter diminuído o número de postagens, além dos
trabalhos que venho desenvolvendo, e o tempo, sempre o mesmo
continua corrido.
Hoje pela manhã, recebo dos meus amigos mensagens maravilhosas
e não poderia deixar de agradecer tanto carinho. Fiquei
muito feliz com tanta demonstração de afeto.
Obrigado à todos, e peço desculpas por
não ter respondido os comentários.
E aqui deixo os meus agradecimentos.


Deixo aqui registrado a demonstração de
meus amigos:








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Eduardo P.L para mim

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Eduardo P.L deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Collage 06":



Merece com louvor, claro, ir para minha série de cadeiras do Varal!

Parabéns!



Bjs



PS- Andei até escrevendo por aí, que você anda muito sumida! Mas vejo que por uma boa causa!







Postado por Eduardo P.L no blog @ Dis-cursos em 4 de Novembro de 2009 23:31

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Selena Sartorelo para mim

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Selena Sartorelo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Collage 06":



Olá Ju,



Quanta intensidade, quanto movimento.

Priorizou alguns tons com uma marca só sua.

Sobrepôs muitos tempos mas manteve o mesmo requinte em todos eles.

Fez-me imaginar quem nelas poderia sentar, o momento, a situação.

O braço forte sempre tão importante.

Lugares que esteve, um tempo, aquele momento que queria viver.

Uma nostalgia, uma proposta. Gostos e preferências de tantas dinastias.

Uma diversa sequência, porém nem todas com indetificação, nome e criação.

Uma influência, resultado de cada geração.

A cadeira de balanço que se deixa parar para fotografia não desfocar.

Um livro esquecido sobre a mesa esperando para ser lido...

Uma colheita com distintos carpinteiros, criadores e produtores.

Artistas de peças raras em beleza,arte e poesia.

A simplicidade da rosa que com toda elegância descansa em seu assento.

Marcos fortes naquilo que merece ser preservado, lideres por definição.

Sempre um nova e por isso, incrível criação.



Beijos, Hoje lá no Grifo sua ausência foi notada pelo Eduardo P.L e concordo com ele mas imagino que deve estar as voltas com o netinho tão amado!!!rsrsr E isso é um motivo que não podemos argumentar rsrs, mas quando puder apareça.



Beijos







Postado por Selena Sartorelo no blog @ Dis-cursos em 4 de Novembro de 2009 17:32

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04 Novembro 2009

Collage 06


 
 
collage s/papel
JU Gioli

31 Outubro 2009

Paletas de cores


28 Outubro 2009

Pintura de Da Vinci


Descoberta Pintura de Da Vinci

Descoberta pintura de Da Vinci escondida dentro de parede

07 de outubro de 2009 • 16h40 •



A pintura, chamada "A Batalha de Anghiari", estava oculta sob a parede no Palazzo Vecchi, a chamada Câmara dos 500

07 de outubro de 2009

Foto: The New York Times







John Tierney

Em Florença, na Itália

Se, como Maurizio Seracini, você acredita que a maior das pinturas de Leonardo da Vinci está escondida no interior de uma parede na sede da prefeitura de Florença, há duas técnicas essenciais para encontrá-la e, como de hábito, Leonardo mesmo antecipou as duas..

A primeira envolve o recurso a equipamento científico. Depois de encontrar o que parecia ser uma pista quanto ao trabalho de Da Vinci deixada por outro artista do século XVI, Seracini liderou uma equipe internacional de cientistas em um projeto que resultou no mapeamento de cada milímetro da parede e da sala que ela delimita com o uso de lasers, radar, luz ultravioleta e câmeras infravermelhas. Assim que conseguiram identificar o possível esconderijo, os pesquisadores desenvolveram aparelhos com os quais será possível detectar a pintura por meio do disparo de feixes de nêutrons contra a parede.

"Da Vinci adoraria ver o quanto a ciência está sendo utilizada, na procura por sua mais célebre obra-prima", disse Seracini, enquanto contemplava a parede em cujo interior ele espera encontrar a pintura, e recuperá-la intacta. "Consigo perfeitamente imaginar o fascínio que ele sentiria por todos os aparelhos de alta tecnologia que viremos a utilizar para esse processo".

Seracini estava no grande salão cerimonial do Palazzo Vecchi, a chamada Câmara dos 500, que na era do Renascimento ocupava posição política central na vida de Florença e por isso terminou sendo decorada com murais de vitórias militares florentinas, pintadas por Da Vinci e Michelangelo, sob encomenda dos líderes da cidade. Era julho de 2009 e a sala continua a ser um centro de poder político, como se podia perceber com a entrada repentina de Matteo Renzi, o novo prefeito de Florença, que percorria rapidamente o caminho entre sua sala e o carro que o esperava na saída do edifício.

A palestra científica foi interrompida enquanto Seracini se apressava para interceptar a comitiva do prefeito. Ele estava ansioso para empregar a segunda das estratégias essenciais, na busca por uma pintura de Da Vinci em Florença: encontrar o patrono certo.

Essa foi sempre uma tática inteligente na cidade natal dos Medicis e de burocratas como Maquiavel, o amigo de Da Vinci cuja assinatura consta do contrato no qual o mural sobre as vitórias da cidade foi encomendado ao pintor. Seracini, professor de engenharia na Universidade da Califórnia em San Diego, passou anos perdido em um labirinto burocrático, esperando aprovação para testar sua técnica de localização por feixes de nêutrons, mas diz que o novo prefeito da cidade representa a melhor esperança de localizar a pintura de Da Vinci..

A busca foi iniciada mais de três décadas atrás e com uma pista digna de figurar em um romance de suspense do escritor Dan Brown. Em 1975, quando estava estudando engenharia nos Estados Unidos, Seracini retornou à sua Florença natal para uma análise da Câmara dos 500, em companhia de Carlo Pedretti, um estudioso da vida e obra de Da Vinci.

Os dois estavam em busca de "A Batalha de Anghiari", a maior pintura que Da Vinci realizou em sua vida (a largura do mural era três vezes maior que a de "A Última Ceia"). Ainda que o trabalho jamais tenha sido concluído - Da Vinci o abandonou em 1506-, uma das cenas centrais, que mostra soldados e cavalos em pleno combate, foi elogiada como um estudo sem precedentes dos princípios da anatomia e do movimento. Por décadas, artistas como Rafael visitaram a Câmara dos 500 a fim de contemplar o mural e copiá-lo para referência.

E um dia a pintura desapareceu. Quando o salão foi remodelado, em 1563, o arquiteto e pintor Giorgio Vasari recobriu as paredes com afrescos que mostravam vitórias militares da família Medici, retornada ao poder. O mural de Da Vinci terminou esquecido. Mas em 1975, quando Seracini estava estudando uma das cenas de batalha pintadas por Vasari, ele percebeu a imagem de uma pequena bandeira contendo as palavras "Cerca Trova", ou seja, "procure e encontrará". Será que elas serviam como sinal de Vasari para a presença de algo oculto por sob a sua pintura?

A tecnologia dos anos 70 não permitia obter resposta clara. Seracini levou sua carreira adiante e veio a conquistar a fama por conta de suas análises científicas de outras obras de arte e, posteriormente, fundou o Centro de Ciência Interdisciplinar para a Arte, Arquitetura e Arqueologia, integrado à Universidade da Califórnia em San Diego.. Em 2000, ele voltou a Florença e à Câmara dos 500, equipado com novas tecnologias e com o apoio de um novo patrono, Loel Guinness, um filantropo britânico.

Ao registrar imagens em infravermelho e mapear a sala com o uso de laser, a equipe de Seracini descobriu onde ficavam as portas e janelas antes que Vasari conduzisse a sua reforma. A planta reconstituída, combinada a documentos do século XVI, bastou para localizar o ponto que teria sido pintado por Da Vinci. Também serviu para oferecer uma potencial explicação para o fato de que Michelangelo tenha realizado não mais que um esboço inicial do mural a ele encomendado: o pintor deve ter ficado enciumado ao descobrir que a seção da parede atribuída a Da Vinci oferecia iluminação natural muito melhor.

"A sala é imensa, mas não grande o suficiente para que Michelangelo e Da Vinci pudessem dividi-la", disse Seracini. A nova análise demonstrou que o local em que Da Vinci pintou sua cena ficava exatamente sob o ponto em que a bandeira com os dizeres "cerca trova" foi pintada. E uma notícia ainda melhor, obtida por meio da análise da parede com radar, foi o fato de que Vasari não revestiu o mural de Da Vinci e pintou o seu; ele fez construir novas paredes de tijolos para sua pintura e tomou o cuidado de deixar um pequeno espaço para respiração por trás de uma dessas seções de tijolos - exatamente aquela que fica por trás do "cerca trova".

Mas como um pesquisador trabalhando hoje poderia descobrir o que existe atrás do afresco e dos tijolos? Como é que alguém poderia contemplar a parede original, a uma profundidade de 15 cm, sem prejudicar o afresco também histórico que existe em sua superfície?

Seracini não sabia como proceder, até 2005, quando pediu ajuda durante uma conferência científica e recebeu uma sugestão quanto ao uso de feixes de nêutrons que atravessariam o afresco sem prejudicá-lo. Com ajuda de físicos dos Estados Unidos, da autoridade italiana de energia nuclear e de universidades da Holanda e Rússia, Seracini desenvolveu aparelhos capazes de identificar os reveladores produtos químicos usados por Da Vinci.

Um desses aparelhos é capaz de detectar os nêutrons que retornam depois de colidir com átomos de hidrogênio, um componente abundante nos materiais orgânicos (como o óleo de linhaça e resina) empregados por Da Vinci. Em lugar de utilizar tinta à base de água, o método convencional para um afresco em gesso como o de Vasari, Da Vinci recobriu a parede com uma camada base impermeabilizada e utilizou tintas a óleo.

O segundo aparelho utilizado pelos pesquisadores permite distinguir os raios gama produzidos pelas colisões de neurônios com átomos de diferentes elementos químicos. O objetivo é localizar o enxofre na camada de impermeabilização de Da Vinci, o estanho na camada branca que servia como base à pintura e os produtos químicos nos pigmentos de cor, como o mercúrio usado para produzir pigmento vermelho e o cobre usado para o azul.

Desenvolver essa tecnologia foi difícil, mas mesmo assim representou desafio menor do que conquistar aprovação burocrática ao seu uso. Seracini encontrou uma série de obstáculos políticos e burocráticos. Assim, quando viu o novo prefeito atravessando o Salão dos 500 naquela tarde de julho, ele se apressou a fazer um apelo pessoal a Renzi, que era favorável ao projeto antes de sua eleição.

Com a polidez de um Medici, o prefeito parou para escutar o pedido, e depois prometeu que ajudaria a empreitada artística a avançar, assim que tivesse cumprido a sua primeira leva de promessas eleitorais. "Meu sonho é ver essa descoberta o mais rápido possível", disse Renzi. "Rápido" pode ser um termo altamente relativo, na burocracia italiana, mas o prefeito de fato agiu para reiniciar o processo e conduziu uma reunião com um de seus atuais patronos, a National Geographic Society dos Estados Unidos. Na semana passada, Renzi declarou que esperava que o trabalho pudesse ser realizado em breve.

"Estamos dispostos a conceder permissão ao professor Seracini", disse Renzi na quinta-feira. "A única questão é a data, e saber quem fará o quê. Dentro de uma ou duas semanas, o projeto deve receber luz verde". Assim que obtiver autorização, diz Seracini, ele espera concluir o trabalho de análise dentro de um ano.

Caso "A Batalha de Anghiari" esteja mesmo lá, diz, seria viável que as autoridades florentinas encarregassem especialistas de remover o afresco exterior de Vasari, extrair a pintura de Da Vinci e em seguida recolocar o afresco em sua posição. É claro que ninguém sabe em que estado o mural de Da Vinci estará. Mas Seracini, que conduziu extensas análises sobre os danos sofridos por quadros do Renascimento, diz que se sente otimista quanto ao mural.

"A vantagem é que ele esteve coberto por cinco séculos", disse. "Esteve protegido contra vandalismo, contra o ambiente e contra más restaurações. Não espero que tenha decaído demais". Caso ele tenha razão, então talvez Vasari tenha feito um favor a Da Vinci ao cobrir sua pintura - mas tomando o cuidado de deixar aquela enigmática bandeira por sobre o local do tesouro.

Tradução: Paulo Migliacci ME

21 Outubro 2009

Composição #48



Composição # 48
Acrilico s/tela
100cmx120cm

Ju gioli

18 Outubro 2009

Rendas




Esferas:
o círculo na ordem dos volumes.
Dando relevo a luz.


@ Minutas
foto:  JU Gioli

16 Outubro 2009

Blog Gincana de outurbro

A atividade deste mês para o blog Gincana  é visitar o blog inscrito logo acima do seu, e no meu caso foi o
.Blog da Deusa Das Artes. 

Há na sua maioria de postagens, além de lindas fotos, poesia, videos interessantes, locais de viagem, mitologia e muita, muita sedução.Descobri uma postagem sobre os tipos de beijos, segundo o signo, que achei muito criativa.
Mas uma das postagens que escolho como preferida é sobre a Lilith, a Deusa da Noite, um dos temas que toda mulher deveria conhecer.
A Lua Negra é um ponto fictício no céu, cuja importância é capital no tema astrológico, associada a Lilit, a primeira mulher de Adão, e esta ligada às noções do intangível, do inacessível, da hiperlucidez dolorosa e tão intensa, uma força presente no feminino, das suas forças sensuais e venenosas.








 
 

Composição #47


 
 
Collagem e acrílico s/ tela
JU Gioli

14 Outubro 2009

Paletas de cores sem retoques


Para falar em termos de tonalidade: de como o tempo afeta a alma e suas infinitas cores que se criam, produzindo seus humores
sépias, cinzas, verdes veroneses, amarelos
ocres; uma vez que o ato de ver carrega
essa harmônia  invisível, em  que tudo
o que é visto da perspectiva do tempo,
é o que melhor adere a memória,
por ficar em suas cores
as marcas do vivido,
compreendidadas
não só no pensamento
mas no olhar,
e no
coração.



foto: acervo de família
texto em resposta  a postagem anterior:
memória

09 Outubro 2009

Memórias




 
 
Hoje, uma grande amiga e psicóloga, Vera Cunha,
ofereceu um encontro  entre as amigas, onde
tinhamos que reconhecer nas fotos cada uma
de nós. Foi um grande momento de rever
e se rever, contando histórias destas
idades plenas de emoção.
E assim festejamos o "dia da criança"
dentro de cada  imagem
reconhecendo além das
nostalgias,
o que cada uma
desenvolveu nesse tempo
vivido.
 
 
 
 
 

08 Outubro 2009

composição




técnica mista s/tela
JU Gioli

07 Outubro 2009

Ensaios


 
 
 
collage
Ju gioli

02 Outubro 2009

Collage


Collage e grafite s/tela
JU Gioli

30 Setembro 2009

Branco




Branco



Outro mundo! O Outro mundo! É um dos velhos sonhos dos artistas procurar-lhe o acesso. Mundo que reside neste desconhecido, para além dos limites das nossas percepções e conhecimento comum. Buscar esta força e expressão, um grande desafio.


Alguns encontram-no nas sombras, outros em planos de uma brancura sinuosa, distendida no seu tempo, a fim de mostrar sua alma, onde a luz traça trêmula seu existir.


Malevitch, nos aponta para essa ausência da ausência, na máxima simplicidade estética, atingindo os extremos da arte abstrata.



Kazimir Malevitch ( 1878-1935, Ucrânia/ Rússia)


28 Setembro 2009

Paletas de cores


23 Setembro 2009

Collage 05





Collage s/papel ;
  JU Gioli

20 Setembro 2009

@ Minutas 6


As sombras podem embalar
o olhar que nada procura
mas ama e conhece
a leveza deste
 não lugar
deste não
tempo  no
oceano
 deste
não
pensar



foto e minutas
JU gioli

17 Setembro 2009

Biblioteca



Dostoievski




“Notas do Subterrâneo”
É simplesmente imperdoável não ler este genial romance. Não acredito que as pessoas percam tempo em ler mediocridades dos “mais vendidos da semana” por conveniência de marketing, e esqueçam deste clássico, fundamental para entender a alma humana. As contradições e angústias estudadas e formuladas, à respeito da condição humana é memorável em todos os escritos de Dostoievski, e “Notas do Subterrâneo” não foge à regra.
O narrador nos leva a um mundo subterrâneo de oscilações, entre a grandeza e a miséria, coragem e covardia. Pólos de certezas e de instabilidades emocionais, presentes e instaladas em nossa vida.
O Penso, logo duvido ou Penso, logo desisto, são tratados nesta escrita, onde o sofrimento e as incertezas que nos movem como fonte de consciência e diálogo interior se alimentam.
Soube em pesquisas, que Nietzsche considerava “Notas do Subterrâneo”, o maior romance existencial já escrito, e dá para entender o porquê: - são as mesmas as investigações deste filósofo , refletidas em seus tratados: quais são as motivações humanas?. O homem é este ser ondulante entre o desejo e a razão? Porquê? A moral ou a ética, ou será o julgamento subjetivo das emoções que decidem ? Quem prevalece na escolha: a vontade ou a razão?
São desses dissabores e dúvidas que este romance se constrói, e não ler é perder a chance de se questionar, de se rever nas tramas existenciais do personagem, de olhar para as oscilações de humor, as contradições do amor e ódio. Nossas instabilidades e dúbios desejos.
O personagem que se debate entre o patético e o cruel na sociedade, onde a convivência de interesses impõe medidas, às vezes contrárias ao desejo humano. Tema tão atual e contemporâneo, que parece ter saído do jornal de hoje, em minutos, além do tédio, das angústias, e, principalmente, das coisas profundas das quais sentimos ou desejamos, e não sabemos elaborar.
Foi uma leitura de viagem, e amei ter levado na bagagem.
JU Gioli

15 Setembro 2009

Blog Gincana





Os escolhidos do @ Discursos 
para a Gincana são: 

Monoglota: escolha primorozas de fotos surreais. Adoro olhar. Andam esquecidas.









Novitá: pelas imagens de variedades que ela proporciona. Imperdível. Faço sempre o meu
mergulho. Novitá é sempre novidade.









.




Não lugar: Um blog inteligente, direto, gosto de ler .









~~~~~~~~~~

08 Setembro 2009

@ Minutas 5


Sobre o Tempo
Alguma coisa que se procura
além das neblinas e vapores.
Sempre uma escrita
das matérias.
Sempre o tempo,
com suas levezas e pesos,
volúveis, impermanentes.
Sempre o tempo
que se faz poeta.



foto e poema: JU gioli

07 Setembro 2009

Biblioteca

“Nada” de Carmen Laforet.


Escrito em 1944, quando a autora tinha 23 anos, quando de mudança para a casa da Avó em Barcelona, para iniciar um curso de letras na universidade local. Relata essa vivência com a família na casa da rua Aribau, na época da Guerra civil Espanhola, numa cidade e família decadente, e cheias de dificuldades.
Desta vivência com os familiares descobre intrigas e personalidades sombrias. Ela, cheia de expectativas, confronta-se com a realidade deste casarão, sombrio e malcuidado, com uma tia severa, uma empregada com plenos poderes e dois tios que se odeiam, e cujo principal ponto de discórdia, gira em torno de uma mulher. Descreve suas amizades e os interesses e decepções amorosos.
Escrita com muita sensibilidade, para nos fazer ouvir as indagações de uma jovem e seus sonhos, diante destas realidades diversas. Os conflitos psicológicos que se mesclam quando há o confronto com os medos e decisões, Os medos e angústias de toda s as mudanças, suas ansiosas expectativas diante de um mundo novo.
O título do livro “ Nada”, foi uma escolha sensível para nos mostrar que esse “nada” que ela nos fala, está na memória, na recuperação dos sentimentos profundos de reflexão de sua passagem, as suas transições, e entre ganhos e perdas, o que é que ficam destas viagens.
Há passagens poéticas deslumbrantes: “ um entardecer nos arredores da catedral, ouvi o lento cair de uma badaladas que tornavam a cidade mais antiga...” impressões poéticas que nos comovem com seu olhar, e reforçam seu estado interior de emoção.


A paisagem opressiva e triste desta jovem adolescente reforçam seu ser, impedindo-a de ser feliz e aumentar suas angústias quanto ao seus relacionamentos, mas no intimo, guardava um espírito forte e tenaz, com suas perspectivas de futuro e mudanças, que a levaram a partir e desejar novas alegrias, novas estabilidades contra a apatia, a amargura, a moral decadente e fria de uma família e de uma época opressiva.


Ela descreve no momento de sua partida esta interioridade sentida:
“Desci as escadas, devagar. Sentia uma viva emoção. Recordava a terrível esperança, o desejo de vida com que as subiria da primeira vez. Partia agora sem ter conhecido nada do que confusamente esperava: a vida em sua plenitude, a alegria, o interesse profundo, o amor. Da casa da rua Aribau não levava nada”.
Ao menos era o que ela pensou na época, e ao meu ver é este o balanço que fazemos ao partir, com nossas expectativas: - o que afinal trazemos na mala quando retornamos, quais mudanças e expectativas que acrescentamos a nossa jornada.


Uma leitura adorável deste romance realista existencial, que acrescentou muito as minhas férias, demonstrando que o tempo é poeta e traz suas memórias.
Tudo neste livro me comoveu. Tive a oportunidade de ver surgir uma poeta desconhecida, numa leitura que me agradou em muitos aspectos. Sua alegria formal, sua tristeza que não pede consolo, sua inteligência, sua doçura e sensibilidade em descrever uma parte de sua vida, mesclando o cotidiano e suas expectativas diante de uma família e de um histórico importante na Espanha durante a guerra civil Espanhola.
Adorei ter levado na mala.

04 Setembro 2009

Pé de Moça

Informações Turísticas e Históricas  para o Pé de Moça
Caminhando  em Portugal

Passagens


Passando por Portugal
num intervalo relativamente curto
visitei as belas praias do norte
apenas quis ter os pés nestas belas
paisagens, nas audácias dos ventos,
no calor do verão.

02 Setembro 2009

Paletas de cores


Paletas de cores ao vivo
em passagem por Portugal

Colagens


31 Agosto 2009

Traços de Viagem # 2



~~~~em trânsitos~~~~

Anotações diárias